Reflexos

 

Dias atrás tive a oportunidade de conversar com uma mulher interessante, e que como tantas outras pessoas, rebaixou a imagem pessoal ao status de futilidade.
Não a julgo de forma alguma, essa impressão equivocada sobre “cuidar-se” é uma resposta aos excessos e extremos, que sim são muito comuns. Mulheres e homens que colocam a vaidade e o narcisismo descontrolados a frente de tudo. Nossa sociedade vangloria isso, vivemos num lugar e num tempo onde o parecer vale muito mais do que ser.
Voltando a minha conversa, ela me disse que decidiu olhar para o assunto (sua imagem pessoal) por uma demanda externa. Pessoas do trabalho, amigos queridos, familiares. Em nenhum momento a satisfação pessoal surgia.
Fiquei pensando no quanto pode ser prazeroso se sentir bem consigo própria, na sua totalidade – mental, valores, visual– e que uma coisa não precisa mesmo excluir a outra. São satisfações que despertam sentimentos diferentes, mas que todos nos fazem pessoas melhores. E por que não?
Contei a ela que muito além do que os outros percebem através do que ela “conta” com sua imagem, ela também se percebe. E essa percepção tem sim impacto no humor, auto-confiança, libido, etc.
Não, ela não precisa nem deve virar uma dessas pessoas que são apenas a casca, o de fora. Mas sim, ela pode ser inteligente, interessante, ampla e ainda assim sentir uma satisfação enorme em se sentir bonita.

 

F Pina Moda e Imagem:
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